O plano roda só com o salário dele; quitar as dívidas dela alivia o custo da casa. Todo o cofre rende à taxa configurada (CDI).
Aporte previsto = salário líquido dele (INSS 2026) − gastos ativos, + 13º, PPR, férias dele e FGTS livre. O saldo rende a taxa da Config todo mês. Clica no mês pro extrato. 2031 em diante fica na aba Futuro.
Continuação do plano no ritmo pós-dívidas: aportes com dissídio compondo + rendimento mensal sobre todo o saldo + FGTS livre crescente. Marcos criados nesses anos aparecem aqui e saem do cofre normalmente.
Calcula dias + 1/3 constitucional − INSS (tabela 2026). Férias dele entram no cofre do plano; férias dela ajudam o orçamento dela no painel.
O rendimento compõe mês a mês sobre todo o saldo do cofre (equivalente mensal da taxa anual). Líquido estimado com INSS 2026; IRRF e IR sobre rendimentos não simulados.
As antecipações têm parcelas decrescentes: a cada agosto, o valor cedido do ano vai pro banco e o resto do saque é seu. Sem novos contratos, a fatia livre cresce sozinha ano a ano. Lançar o mesmo ano de novo substitui o valor.
O dissídio continua aplicando % sobre o novo salário nos junhos seguintes. É aqui que o Sênior entra 😉
"Pago até" = último mês do gasto. Conta que passa pra ela ou termina vira aporte automaticamente no mês seguinte.
Os consignados dela vêm com fim casado às quitações do plano — quando expiram, a sobra dela no painel sobe sozinha. Se mudar o mês de um marco de quitação, ajusta o "pago até" aqui junto.